INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL NA LESÃO MEDULAR

DIANDRA S. L. DA SILVA BENEDITO, CRISTINA H. ROMERO

Resumo


Introdução: Lesão medular pode ocorrer de forma traumática ocorrendo como conseqüência a perda de neurônios da medula espinhal e das conexões axonais entre a região encefálica e os efetores periféricos, levando a alterações sensitivas, motoras, autonômicas e graus diferentes de dependência funcional. A escala de Medida de Independência Funcional é um dos instrumentos mais utilizados na avaliação da capacidade funcional dos indivíduos com lesão medular. Metodologia: A presente pesquisa trata-se de uma pesquisa caracterizada por ser do tipo clínica qualitativa e quantitativa, corte transversal do tipo causa e efeito, foram 13 indivíduos com lesão medular, onde os dados foram coletados no centro de reabilitação da Faculdade Assis Gurgacz – FAG na cidade de Cascavel – PR no período de maio á agosto de 2013, através de entrevista, utilizando a escala Medida de Independência Funcional (MIF). Objetivo: Verificar o nível de independência funcional de paciente após lesão medular. Resultados: Houve uma predominância para o sexo masculino com 12 individuos e 1 individuo para o sexo feminino. Quanto a independência funcional  5 indivíduos do nível C3 á T1 na escala MIF classificou-se em dependência modificada, 2 indivíduos com nível de lesão T5 á T6  classificou-se dependência modificada, 2 indivíduos T7 e 4 T10 á S1 independência completa/modificada. Conclusão: A avaliação através da escala MIF permite verificar o nível da independência dos pacientes e quantificar o ganho efetivo após uma reabilitação. Além disso, pode modificar a estratégia de tratamento neurofuncional quando necessário.

Palavras-chave


lesão medular; medida de independência funcional; reabilitação; fisioterapia



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FIEP BULLETIN. ISSN-0256-6419
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